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Transporte
escolar, ambulância, carro da vovó.
Durante muito tempo os carros denominados
"peruas" foram apelidados desta
maneira. Leia esta matéria e tire
suas próprias conclusões... |
Esta Parati GLS foi fabricada em '94 e pertence
ao carioca Rafael Lanzaro, estudante de
Engenharia Mecânica e consultor técnico
de uma concessionária Toyota.
O carro foi comprado há cerca de
3 anos, completamente original, com 41.000km
rodados. As primeiras mudanças foram
os aros 15, uma rebaixada básica,
filmezinho nos vidros e um bom upgrade no
som da perua. No motor, Rafael fez algumas
tentativas de preparação leve,
mas não satisfeito com o resultado,
partiu para uma receita menos conservadora.
O motor 1.8 foi convertido para álcool
e recebeu cabeçote feito pela Paula
Faria, tradicional preparadora/fabricante
de peças de alta-pefomance em Sampa.
Dutos, válvulas, molas, além
de todo o trabalho no cabeçote em
si, foram preparados pela PF. Neste cabeçote,
foi instalado um comando de 280º e
após a troca dos pistões,
a taxa de compressão chegou a incrível
marca de 14:1!
Para alimentar o motor, foi usado um carburador
Solex 3E, herdado de um Opala 6 bocas. Rafael
planeja, em breve, instalar uma Weber 40
pra fazer a Parati andar - e beber - ainda
mais. Na descarga, dimensionada, foram utilizados
tubos de 2pol. de diâmetro.
O interior desta perua nervosa conta com
os originais bancos Recaro, muito bem conservados.
Volante e manopla do câmbio são
da Momo e as pedaleiras, Sparco. O painel
foi fuçado pelo próprio Rafael
e recebeu, inclusive, uma discreta shift-light
AutoMeter, luz-espia que indica o momento
ideal (e seguro) para trocar as marchas.
Com tantos acessórios "de pista",
a Parati merecia ser fotografada num local
à altura. Por isso, as fotos foram
feitas na pista do Autódromo Nélson
Piquet, no RJ.
O "chão" do carro é
feito por amortecedos TAG, molas dianteiras
também preparadas e as traseiras,
do Gol "bolinha". As rodas são
as bonitas TSW Imola de 16pol. de diâmetro,
calçadas com pneus Pirelli P7000.
Os freios contam com discos do Santana 2.0
ventilados na dianteira, ficando original
na traseira. O fluido de freio DOT 5 também
faz a sua parte na hora de parar a Parati.
Esta Parati é, sem dúvida,
um carro bonito e forte. As rodas, o cuidado
nos detalhes, o interior e motor "embaralhando"
foram características que renderam
uma proposta para que o carro fosse matéria
no Tun!ngBrasil. Se você quer ver
o seu carro no TB, entre em contato, envie
fotos, dados, ficha-técnica. Saia
do anonimato... :o)
Pra finalizar, agradeço aos grandes
amigos (Zé) Carlinhos e Vicente Baixinho
pela colaboração em algumas
fotos. Até a próxima. |
| :
FICHA TÉCNICA : |
Rodas:
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TSW Imola - 16x7.5" |
| Carro:
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VW Parati GLS
'94 |
Pneus:
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Pirelli P7000
- 195-45/16 |
| Motor:
|
1.8 - Álcool |
Suspensão:
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Amortecedores
TAG. Molas traseiras do Gol "bolinha" |
| Transmissão:
|
Manual - 5 marchas |
Freios:
|
Discos dianteiros
do Santana 2.0 |
| Cor:
|
Vermelho Stylus |
Exterior:
|
Original |
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Desde
2002
Rio de Janeiro | Brasil
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